Sua empresa fatura bem.
Mas você vê a cor do dinheiro?

Se sua empresa fatura centenas de milhares por mês e você ainda não sabe com clareza quanto realmente sobra, quanto pode retirar com segurança ou para onde o dinheiro está indo, o que falta não é mais contabilidade. É você se tornar dono dos números da sua empresa.

Conversa direta comigo pelo WhatsApp, sem compromisso de troca de contador.

  • Lucro
  • Margem
  • Custos
  • Preço
  • Caixa
  • Retiradas
Sua empresa, em númerosMês corrente
Faturamento R$ 480.000
Custos e despesas R$ 423.600
Margem de contribuição 38,4%
Sobra de verdade R$ 56.400

Faturar R$ 480 mil e sobrar R$ 56 mil é uma informação. Saber por que sobra isso e o que muda o número no mês que vem é outra coisa.

Tem muita empresa grande por fora e empresário inseguro por dentro.

A empresa vende. Os funcionários e fornecedores recebem. Os impostos são pagos. As guias chegam todos os meses.

Mas o dono continua sem saber exatamente o que está acontecendo. Ele trabalha, vende, resolve problemas, assume riscos e carrega uma folha inteira nas costas.

Quando o mês termina, ele olha para a conta bancária e se pergunta:

Onde foi parar o dinheiro?

A empresa cresceu. O faturamento aumentou. A responsabilidade ficou maior. Mas a tranquilidade que deveria acompanhar esse crescimento nunca chegou.

E talvez o problema não seja falta de esforço. Talvez você esteja trabalhando cada vez mais dentro de uma empresa que ainda não lhe dá as informações necessárias para decidir melhor.

Teste de 1 minuto

Faça um teste com a contabilidade que você tem hoje.

Não pense no que está escrito na proposta comercial. Pense nas conversas que você teve com seu contador nos últimos meses.

Pergunta 1 de 6

Nos últimos 6 meses, seu contador sentou com você para analisar sua DRE?

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Agora pense em outra coisa.

Quantas guias, impostos, folhas e obrigações foram processados nesse mesmo período? Provavelmente muitos. E todos eles precisam ser feitos.

A contabilidade tradicional se concentra em obrigações fiscais, trabalhistas e legais. Tudo isso importa. Tudo isso também faz parte do nosso trabalho. Só não aceitamos que seja o trabalho inteiro.

O problema não é a contabilidade fazer isso.
O problema é ela terminar aí.

Sua empresa pode estar absolutamente em dia com o Fisco e, ao mesmo tempo, você continuar sem saber se está cobrando o preço certo, se sua margem é saudável, quanto precisa vender, quanto pode retirar — e por que o faturamento cresce mas o dinheiro não fica.

Conformidade é obrigação. Domínio é o nosso compromisso.

Existe outro jeito de fazer contabilidade

Contabilidade consultiva

Você talvez nunca tenha ouvido essa expressão, porque durante muito tempo o empresário aprendeu que contador era quem calculava impostos, processava a folha e mantinha a empresa em conformidade.

Se a contabilidade já está tão perto dos números da sua empresa, ela não deveria servir apenas para dizer o que precisa ser pago. Ela deveria ajudar você a entender o que precisa ser decidido. Não para ocupar o lugar do empresário — para fazer o empresário dominar melhor a empresa que construiu.

Contabilidade tradicional

Ajuda sua empresa a estar em dia.

  • Apura e entrega as obrigações fiscais
  • Processa a folha e os encargos
  • Envia as guias todo mês
  • Registra o que já aconteceu
  • Aparece quando há prazo a cumprir

Contabilidade consultiva

Ajuda você a saber para onde ela está indo.

  • Faz tudo o que a tradicional faz — e não para aí
  • Analisa margem, preço e custos com você
  • Calcula seu ponto de equilíbrio e sua meta
  • Mostra quanto dá para retirar sem apertar o caixa
  • Termina toda reunião com uma decisão

Se a contabilidade já conhece os números da sua empresa, por que ela só aparece para falar de impostos?

Existe uma diferença entre ter uma empresa contabilizada e ter uma empresa compreendida.

Ela registra quanto você gastou.

Nós perguntamos quais desses custos ainda deveriam existir.

Ela registra quanto você vendeu.

Nós queremos saber quanto precisa vender para gerar o resultado que deseja.

Ela registra quanto você comprou.

Nós calculamos até quanto pode pagar sem comprometer sua margem.

Ela registra quanto você retirou.

Nós analisamos se a empresa sustenta essa retirada sem enfraquecer o caixa.

Ela olha para aquilo que aconteceu.

Nós usamos o que aconteceu para você decidir o que fazer agora.

Número que não ajuda a decidir é só registro do passado.

Faturamento não é prosperidade.

Você pode faturar R$ 300 mil. R$ 500 mil. R$ 1 milhão. E continuar financeiramente apertado.

É possível vender mais e ganhar menos. Crescer e piorar o caixa. Aumentar o faturamento e manter praticamente o mesmo resultado.

Faturamento sozinho não diz quanto a empresa está construindo para você. O que importa é entender:

  1. Quanto fica

    O resultado que a operação realmente produz depois de tudo.

  2. Por que fica

    Quais produtos, preços e custos explicam esse número.

  3. Para onde vai

    Caixa, estoque, dívida, impostos, retiradas.

  4. O que precisa mudar

    A decisão que altera o resultado do próximo mês.

Todo empresário deve ser dono dos números da empresa que construiu.

Você pode delegar a escrituração, o fiscal, a folha e dezenas de atividades. O que não deveria terceirizar é a compreensão da própria empresa.

Não é discurso

É o que acontece quando o empresário começa a usar os números para decidir.

R$ 15 mil

por mês em custo fixo reduzido

antes −8,5%

Analisamos despesas recorrentes que haviam se tornado “normais”. Sistemas pouco utilizados, serviços e contratos foram revistos. A operação continuou funcionando.

São R$ 180 mil em doze meses que deixam de estar comprometidos com a estrutura anterior. E, quando o custo fixo cai, a empresa precisa faturar menos para começar a lucrar.

+4,7%

na margem de contribuição total

resultado volume

O empresário tinha medo de reajustar preços e perder clientes. Não dissemos “aumente”: calculamos a margem e simulamos quanto o volume poderia cair sem eliminar o ganho do novo preço.

Houve uma pequena queda no volume, mas a nova margem compensou. A empresa vendeu menos unidades e passou a gerar mais resultado.

R$ 298 mil

ponto de equilíbrio, antes em R$ 334 mil

53,4% 42,5%

Passamos a acompanhar três números: custo de compra, margem de contribuição e ponto de equilíbrio. A margem oscilava entre 42,5% e 53,4%.

Com parâmetros de compra e precificação orientada pela margem necessária, ela passou a ficar perto de 45% — e o ponto de equilíbrio caiu cerca de R$ 36 mil.

Não são números para admirar. São números para decidir.

Resultados de casos específicos. Cada empresa possui uma realidade diferente e os resultados dependem de suas condições e das decisões implementadas.

Quando você é dono dos números, a pergunta muda.

Em vez de perguntar apenas “como faço para vender mais?”, você começa a perguntar:

  • Eu realmente preciso vender mais ou preciso reduzir meu ponto de equilíbrio?
  • Preciso vender mais unidades ou melhorar minha margem?
  • Até quanto posso pagar por esse produto sem destruir minha margem?
  • Quanto posso retirar sem pressionar o caixa?
  • Quanto minha empresa precisa produzir para sustentar a vida que eu quero ter?

É essa mudança que buscamos. Você deixa de dirigir olhando apenas para o saldo bancário e passa a entender as relações econômicas que existem dentro da empresa.

Não queremos ser o contador que aparece uma vez por mês para mandar sua guia.

Queremos sentar ao seu lado e analisar periodicamente os números da empresa com você. Abrimos a DRE, avaliamos faturamento, margem, custos, lucro e caixa, e identificamos o que precisa de atenção.

Diante desses números, o que vamos fazer agora?

O que entra na conversa

  • Preço: o que ele está de fato produzindo de margem
  • Custos: o que ainda deveria existir na estrutura
  • Margem: qual você precisa preservar em cada venda
  • Ponto de equilíbrio: quanto a empresa precisa vender
  • Retiradas: quanto dá para tirar sem apertar o caixa
  • Reserva: como o resultado vira patrimônio

A contabilidade deixa de servir apenas para registrar aquilo que aconteceu e passa a ajudar você a decidir o que acontece depois.

Seu nome aquiContador · fundador do Movimento Donos dos Números

Eu sei o que é estar do outro lado da mesa.

Minha relação com isso não começou quando me tornei contador. Cresci vendo meu pai no comércio. Vi um homem trabalhar muito, carregar a responsabilidade de uma empresa e recorrer a empréstimos sem ter a clareza que hoje sei que poderia ter feito diferença.

Depois, também fui empresário. E quebrei.

Hoje carrego uma pergunta: se eu soubesse naquela época o que sei hoje, o que poderia ter sido diferente? Não posso voltar no tempo. Mas posso usar o que aprendi para ajudar outros empresários a compreenderem a empresa que construíram antes que descubram tarde demais aquilo que seus números já estavam mostrando.

Porque por trás de um CNPJ existe alguém que colocou ali anos da própria vida. E, muitas vezes, existe uma família inteira dependendo daquele negócio. Foi por isso que escolhi exercer a contabilidade de outra maneira.

Sua empresa não existe apenas para pagar contas.

Ela deveria permitir que você construa reserva, patrimônio, segurança, escolhas e qualidade de vida. Queremos empresas lucrativas, com caixa e crescimento — não como troféus, mas porque existe uma vida do outro lado do CNPJ.

Quanto sua empresa precisa faturar para sustentar a vida que você quer ter?

Um empresário precisava manter determinado nível de retirada mensal. A empresa apresentava lucro, mas não conseguia formar reserva de caixa: as retiradas estavam acima da capacidade financeira do negócio naquele momento.

A resposta mais fácil seria “você precisa retirar menos”. Só que existe uma vida do outro lado dessa planilha: uma casa, uma família, compromissos, planos.

Então fizemos o caminho inverso. Partimos da retirada necessária e calculamos de baixo para cima quanto aquela empresa precisaria produzir para sustentar a renda sem abandonar a formação de caixa.

A meta saiu de R$ 170 mil para R$ 183,6 mil. Um aumento de 8%.

Agora havia um número. Não baseado em vontade, nem em “vamos vender o máximo possível”, mas no resultado que aquela empresa precisava construir. O pró-labore deixou de ser uma retirada por necessidade pessoal e passou a fazer parte do planejamento da empresa.

Faça a conta da sua empresa

Mova os controles e veja quanto sua empresa precisa produzir.

Faturamento necessário por mês

R$ 255.556

Cerca de R$ 11.616 por dia útil.

Ponto de equilíbrioR$ 177.778
Acima do equilíbrio para pagar retirada e reservaR$ 77.778
Se a margem subisse 5 pontosR$ 230.000

Estimativa simplificada para provocar a pergunta certa, não substitui a análise da sua DRE. Na conversa, fazemos essa conta com os seus números reais.

Quero fazer essa conta com meus números

Talvez sua contabilidade não seja ruim. Talvez ela tenha se tornado insuficiente para a empresa que você construiu.

Essa diferença importa. Talvez seu contador entregue as obrigações corretamente, os impostos sejam calculados no prazo, a folha esteja certa e sua empresa esteja regular.

Mas sua empresa cresceu. As decisões ficaram maiores, os riscos aumentaram, a estrutura ficou mais complexa. E aquilo que era suficiente quando você faturava pouco pode não ser suficiente para a empresa que existe hoje.

O custo dessa insuficiência nem sempre aparece no valor dos honorários contábeis. Ele aparece:

  • no custo que ninguém questionou
  • na margem que ninguém calculou
  • no preço decidido no feeling
  • na retirada que pressiona o caixa
  • na compra feita sem saber o limite
  • na necessidade de vender cada vez mais sem entender por que o dinheiro não fica

Sua empresa cresceu. Sua contabilidade cresceu junto?

Talvez essa contabilidade não seja para você.

Provavelmente não somos a escolha certa se

  • você procura apenas alguém para calcular impostos e mandar guias
  • preço é o único critério para escolher seu contador
  • você não pretende olhar para os números da empresa com alguém

Nossa conversa é para o empresário que

  • já construiu uma operação relevante e quer mais domínio sobre ela
  • quer parar de administrar apenas pelo saldo bancário
  • quer compreender lucro, caixa, margem e custos
  • quer saber o impacto de uma decisão antes de tomá-la
  • não quer descobrir problemas só depois que o dinheiro acabou

Para quem não aceita trabalhar tanto e continuar sem ver a cor do dinheiro.

A primeira decisão é simples

Você não precisa trocar de contador agora.

Nem tomar qualquer decisão antes de entender se existe um problema que podemos resolver juntos. Vamos apenas conversar sobre a sua empresa.

Sua empresa já tem um dono no contrato. Agora ela precisa ter um dono dos números.

  1. Você me chama no WhatsApp

    Marcamos um horário que caiba na sua semana.

  2. Conversamos sobre a sua empresa

    Como vocês controlam os números hoje, como você decide, o que sua contabilidade entrega e o que você espera que a empresa produza para você.

  3. Você sai com clareza, com ou sem proposta

    Se houver aderência, explico os próximos passos. Se não houver, você sai sabendo quais perguntas precisa começar a fazer sobre o seu negócio.

Fale diretamente comigo. Resposta no mesmo dia útil.

Movimento Donos dos Números

  • Faturar é importante. Dominar é diferente.
  • Conformidade é obrigação. Domínio é o nosso compromisso.
  • Sua empresa precisa trabalhar para você.
NTW Contabilidade e Gestão Empresarial · CRC 0.000/O-0 · CNPJ 00.000.000/0001-00Atendimento de segunda a sexta, das 8h às 18h