Se sua empresa fatura centenas de milhares por mês e você ainda não sabe com clareza quanto realmente sobra, quanto pode retirar com segurança ou para onde o dinheiro está indo, o que falta não é mais contabilidade. É você se tornar dono dos números da sua empresa.
Conversa direta comigo pelo WhatsApp, sem compromisso de troca de contador.
Faturar R$ 480 mil e sobrar R$ 56 mil é uma informação. Saber por que sobra isso e o que muda o número no mês que vem é outra coisa.
A empresa vende. Os funcionários e fornecedores recebem. Os impostos são pagos. As guias chegam todos os meses.
Mas o dono continua sem saber exatamente o que está acontecendo. Ele trabalha, vende, resolve problemas, assume riscos e carrega uma folha inteira nas costas.
Quando o mês termina, ele olha para a conta bancária e se pergunta:
Onde foi parar o dinheiro?
A empresa cresceu. O faturamento aumentou. A responsabilidade ficou maior. Mas a tranquilidade que deveria acompanhar esse crescimento nunca chegou.
E talvez o problema não seja falta de esforço. Talvez você esteja trabalhando cada vez mais dentro de uma empresa que ainda não lhe dá as informações necessárias para decidir melhor.
Teste de 1 minuto
Não pense no que está escrito na proposta comercial. Pense nas conversas que você teve com seu contador nos últimos meses.
Pergunta 1 de 6
Nos últimos 6 meses, seu contador sentou com você para analisar sua DRE?
Quantas guias, impostos, folhas e obrigações foram processados nesse mesmo período? Provavelmente muitos. E todos eles precisam ser feitos.
A contabilidade tradicional se concentra em obrigações fiscais, trabalhistas e legais. Tudo isso importa. Tudo isso também faz parte do nosso trabalho. Só não aceitamos que seja o trabalho inteiro.
O problema não é a contabilidade fazer isso.
O problema é ela terminar aí.
Sua empresa pode estar absolutamente em dia com o Fisco e, ao mesmo tempo, você continuar sem saber se está cobrando o preço certo, se sua margem é saudável, quanto precisa vender, quanto pode retirar — e por que o faturamento cresce mas o dinheiro não fica.
Conformidade é obrigação. Domínio é o nosso compromisso.
Existe outro jeito de fazer contabilidade
Você talvez nunca tenha ouvido essa expressão, porque durante muito tempo o empresário aprendeu que contador era quem calculava impostos, processava a folha e mantinha a empresa em conformidade.
Se a contabilidade já está tão perto dos números da sua empresa, ela não deveria servir apenas para dizer o que precisa ser pago. Ela deveria ajudar você a entender o que precisa ser decidido. Não para ocupar o lugar do empresário — para fazer o empresário dominar melhor a empresa que construiu.
Ajuda sua empresa a estar em dia.
Ajuda você a saber para onde ela está indo.
Se a contabilidade já conhece os números da sua empresa, por que ela só aparece para falar de impostos?
Ela registra quanto você gastou.
Nós perguntamos quais desses custos ainda deveriam existir.
Ela registra quanto você vendeu.
Nós queremos saber quanto precisa vender para gerar o resultado que deseja.
Ela registra quanto você comprou.
Nós calculamos até quanto pode pagar sem comprometer sua margem.
Ela registra quanto você retirou.
Nós analisamos se a empresa sustenta essa retirada sem enfraquecer o caixa.
Ela olha para aquilo que aconteceu.
Nós usamos o que aconteceu para você decidir o que fazer agora.
Número que não ajuda a decidir é só registro do passado.
Você pode faturar R$ 300 mil. R$ 500 mil. R$ 1 milhão. E continuar financeiramente apertado.
É possível vender mais e ganhar menos. Crescer e piorar o caixa. Aumentar o faturamento e manter praticamente o mesmo resultado.
Faturamento sozinho não diz quanto a empresa está construindo para você. O que importa é entender:
O resultado que a operação realmente produz depois de tudo.
Quais produtos, preços e custos explicam esse número.
Caixa, estoque, dívida, impostos, retiradas.
A decisão que altera o resultado do próximo mês.
Todo empresário deve ser dono dos números da empresa que construiu.
Você pode delegar a escrituração, o fiscal, a folha e dezenas de atividades. O que não deveria terceirizar é a compreensão da própria empresa.
Não é discurso
R$ 15 mil
por mês em custo fixo reduzido
Analisamos despesas recorrentes que haviam se tornado “normais”. Sistemas pouco utilizados, serviços e contratos foram revistos. A operação continuou funcionando.
São R$ 180 mil em doze meses que deixam de estar comprometidos com a estrutura anterior. E, quando o custo fixo cai, a empresa precisa faturar menos para começar a lucrar.
+4,7%
na margem de contribuição total
O empresário tinha medo de reajustar preços e perder clientes. Não dissemos “aumente”: calculamos a margem e simulamos quanto o volume poderia cair sem eliminar o ganho do novo preço.
Houve uma pequena queda no volume, mas a nova margem compensou. A empresa vendeu menos unidades e passou a gerar mais resultado.
R$ 298 mil
ponto de equilíbrio, antes em R$ 334 mil
Passamos a acompanhar três números: custo de compra, margem de contribuição e ponto de equilíbrio. A margem oscilava entre 42,5% e 53,4%.
Com parâmetros de compra e precificação orientada pela margem necessária, ela passou a ficar perto de 45% — e o ponto de equilíbrio caiu cerca de R$ 36 mil.
Não são números para admirar. São números para decidir.
Resultados de casos específicos. Cada empresa possui uma realidade diferente e os resultados dependem de suas condições e das decisões implementadas.
Em vez de perguntar apenas “como faço para vender mais?”, você começa a perguntar:
É essa mudança que buscamos. Você deixa de dirigir olhando apenas para o saldo bancário e passa a entender as relações econômicas que existem dentro da empresa.
Queremos sentar ao seu lado e analisar periodicamente os números da empresa com você. Abrimos a DRE, avaliamos faturamento, margem, custos, lucro e caixa, e identificamos o que precisa de atenção.
Diante desses números, o que vamos fazer agora?
A contabilidade deixa de servir apenas para registrar aquilo que aconteceu e passa a ajudar você a decidir o que acontece depois.
Seu nome aquiContador · fundador do Movimento Donos dos Números
Minha relação com isso não começou quando me tornei contador. Cresci vendo meu pai no comércio. Vi um homem trabalhar muito, carregar a responsabilidade de uma empresa e recorrer a empréstimos sem ter a clareza que hoje sei que poderia ter feito diferença.
Depois, também fui empresário. E quebrei.
Hoje carrego uma pergunta: se eu soubesse naquela época o que sei hoje, o que poderia ter sido diferente? Não posso voltar no tempo. Mas posso usar o que aprendi para ajudar outros empresários a compreenderem a empresa que construíram antes que descubram tarde demais aquilo que seus números já estavam mostrando.
Porque por trás de um CNPJ existe alguém que colocou ali anos da própria vida. E, muitas vezes, existe uma família inteira dependendo daquele negócio. Foi por isso que escolhi exercer a contabilidade de outra maneira.
Ela deveria permitir que você construa reserva, patrimônio, segurança, escolhas e qualidade de vida. Queremos empresas lucrativas, com caixa e crescimento — não como troféus, mas porque existe uma vida do outro lado do CNPJ.
Um empresário precisava manter determinado nível de retirada mensal. A empresa apresentava lucro, mas não conseguia formar reserva de caixa: as retiradas estavam acima da capacidade financeira do negócio naquele momento.
A resposta mais fácil seria “você precisa retirar menos”. Só que existe uma vida do outro lado dessa planilha: uma casa, uma família, compromissos, planos.
Então fizemos o caminho inverso. Partimos da retirada necessária e calculamos de baixo para cima quanto aquela empresa precisaria produzir para sustentar a renda sem abandonar a formação de caixa.
A meta saiu de R$ 170 mil para R$ 183,6 mil. Um aumento de 8%.
Agora havia um número. Não baseado em vontade, nem em “vamos vender o máximo possível”, mas no resultado que aquela empresa precisava construir. O pró-labore deixou de ser uma retirada por necessidade pessoal e passou a fazer parte do planejamento da empresa.
Faça a conta da sua empresa
Faturamento necessário por mês
R$ 255.556
Cerca de R$ 11.616 por dia útil.
Estimativa simplificada para provocar a pergunta certa, não substitui a análise da sua DRE. Na conversa, fazemos essa conta com os seus números reais.
Quero fazer essa conta com meus númerosEssa diferença importa. Talvez seu contador entregue as obrigações corretamente, os impostos sejam calculados no prazo, a folha esteja certa e sua empresa esteja regular.
Mas sua empresa cresceu. As decisões ficaram maiores, os riscos aumentaram, a estrutura ficou mais complexa. E aquilo que era suficiente quando você faturava pouco pode não ser suficiente para a empresa que existe hoje.
O custo dessa insuficiência nem sempre aparece no valor dos honorários contábeis. Ele aparece:
Sua empresa cresceu. Sua contabilidade cresceu junto?
Para quem não aceita trabalhar tanto e continuar sem ver a cor do dinheiro.
A primeira decisão é simples
Nem tomar qualquer decisão antes de entender se existe um problema que podemos resolver juntos. Vamos apenas conversar sobre a sua empresa.
Sua empresa já tem um dono no contrato. Agora ela precisa ter um dono dos números.
Marcamos um horário que caiba na sua semana.
Como vocês controlam os números hoje, como você decide, o que sua contabilidade entrega e o que você espera que a empresa produza para você.
Se houver aderência, explico os próximos passos. Se não houver, você sai sabendo quais perguntas precisa começar a fazer sobre o seu negócio.
Fale diretamente comigo. Resposta no mesmo dia útil.
Movimento Donos dos Números